Os Jardins de Cura de Lis



Elaian 16.07.14 - Introdução (clique nos títulos para baixar os áudios)
Elaian é uma irmã do Retiro Intraterreno de Lis, que atua no serviço dos Jardins de Cura deste retiro, junto à humanidade de superfície. Como anunciado anteriormente, seis irmãos e irmãs do Retiro de Lis interviram, nos apresentando e nos conectando mais intimamente à energia dos Jardins de Cura de Lis. Suas intervenções aconteceram nos dias 25 (à noite) e 26 (durante o dia).

Anciã K'sumene 25.07.14 - O Jardim da Inocência
Chave mântrica do Jardim - K'sumene'há.
Este Jardim trabalha na cura do medo, por meio da inocência. Uma prática sugerida de contato - além da atenção e intenção simplesmente - com as energias deste Jardim é entoar a chave mântrica e/ou com o corpo voltado para o norte geográfico, posicionar uma pedra de hematita a 50cm de distância do corpo e estabelecer a comunhão.

Ancião Amb'vani 25.07.14 - O Jardim da Transparência
Chave mântrica do Jardim - Amb'vani'hú.
Este Jardim trabalha na cura da culpa, por meio da transparência. Uma prática sugerida de contato - além da atenção e intenção simplesmente - com as energias deste Jardim é entoar a chave mântrica e/ou com o corpo voltado para o oeste geográfico, posicionar uma pedra de fluorita a 50cm de distância do corpo e estabelecer a comunhão.

Ancião Lud'totâni 26.07.14 - O Jardim da Humildade
Chave mântrica do Jardim - Lud'totâni'hí
Este Jardim trabalha na cura da falta, por meio da humildade. Uma prática sugerida de contato - além da atenção e intenção simplesmente - com as energias deste Jardim é entoar a chave mântrica e/ou com o corpo voltado para o leste geográfico, posicionar uma pedra de calcita a 50cm de distância do corpo e estabelecer a comunhão.

Anciã Muk'lahi 26.07.14 - O Jardim da Simplicidade
Chave mântrica do Jardim - Muk'lahí'nuá
Este Jardim trabalha na cura da desejo, por meio da simplicidade. Uma prática sugerida de contato - além da atenção e intenção simplesmente - com as energias deste Jardim é entoar a chave mântrica e/ou com o corpo deitado, posicionar uma pedra de malaquita sob a região do sacro e estabelecer a comunhão.

Anciã Sunu'hank 26.07.14 - O Jardim da Paz
Chave mântrica do Jardim - Sunu'hank'ruel
Este Jardim trabalha na cura do conflito, por meio da paz. Uma prática sugerida de contato - além da atenção e intenção simplesmente - com as energias deste Jardim é entoar a chave mântrica e/ou com o corpo voltado para o sul geográfico, posicionar uma pedra de selenita a 50cm de distância do corpo e estabelecer a comunhão.

Ancião Hanosh'kiran 26.07.14 - O Jardim da Sintonia
Chave mântrica do Jardim - Hanosh'kirán'aín
Este Jardim trabalha na cura do engano, por meio da sintonia. Uma prática sugerida de contato - além da atenção e intenção simplesmente - com as energias deste Jardim é entoar a chave mântrica e/ou com o corpo deitado, posicionar uma pedra de ametista sob a região da nuca e estabelecer a comunhão.


NOTA: Todas as transcrições, assim que concluídas, serão disponibilizadas em um arquivo para download, nesta postagem.

Mowlavi 18.07.14 - O Reconhecimento do Ser


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É possível enumerar os grãos da poeira estelar? É possível saber de quantas formas pode cantar a voz do vento? Alguém já tentou decifrar as formas que tomam as ondas no oceano? E hoje, que história canta o pulsar da Terra?
Que os ouvidos se abram. Que o coração se expanda. Que os sentidos enlouqueçam porque a realidade deste Amor não pode ser compreendida através deles.  
Há uma roda de Fogo que gira. O girar desta roda move universos. O girar desta roda é também o único movimento estático em seu interior. Atentem ao girar da roda, giremos a roda de Fogo.
... Comunhão vibratória...
Meus amados, não será pela mudança do verbo físico, não será pela transformação forçada de seus comportamentos, não será pela substituição de uma crença por outra, que a Paz se estabelecerá. O Raio da Paz não responde às demandas de um mundo ilusório. O Raio da Paz é expressão espontânea da essência. Quando sua atenção se volta para a roda de Fogo que gira em seu interior, então desta roda o Raio da Paz é emanado e vivifica e transforma e resgata e redime a matéria deste mundo.  
A roda de Fogo da qual eu falo não é um objeto, não é nem uma estrutura vibratória ou lumínica, é simplesmente uma metáfora como a poesia pode nos oferecer para nos referirmos àquela essência incognoscível, intocável, indescritível que é o ilimitado do Ser.  
Reconheçam, apenas. Isto não exige esforço, isto não exige uma ação construída no mundo das formas, isto não exige ritos, regras ou cerimônias. Esse reconhecimento acontece na mesma simplicidade do Ser.
Este reconhecimento é de fato também uma capacidade da consciência, porque este reconhecimento não é a nomeação daquilo, este reconhecimento não é a catalogação ou a análise da experiência, porque o Ser não pode ser experimentado, uma vez que no próprio reconhecimento o agente desaparece. 
Quando na simplicidade do Ser vocês atentam para este reconhecimento, vocês perceberão: um ator não faz mais sentido. Quando na simplicidade do Ser, vocês se permitem a este reconhecimento consciente, então vocês perceberão que um palco e um teatro não fazem mais sentido. E ainda assim o agente, o palco, o teatro e mesmo a história que nele se desenrola podem continuar existindo. Mas então vocês terão sido libertos do grande engano da identificação e da limitação com o que se desenrola no palco e no teatro. 
Reconheçam-se na simplicidade do Ser e vocês perceberão que o agente é um fenômeno no corpo da Mãe Universal. Reconheçam-se na simplicidade do Ser e vocês perceberão que a história que se desenrola, qualquer que seja ela, não passa de um véu que cobre este corpo.
Todos os fenômenos são essencialmente vazios, porque não possuem existência própria e independente. Todos os fenômenos, desde o próprio senso de uma individualidade até a experiência que esta individualidade crê exercer são vazios, destituídos de existência independente, passageiros e condicionados na grande realidade cósmica.  
Então eu lhes pergunto: que sentido pode haver a guerra diante deste reconhecimento? Que sentido pode haver o conflito diante deste reconhecimento? Compreendam, o raio da Paz não se estabelecerá pela resolução da história que acontece no teatro, o raio da Paz se estabelece quando vocês reconhecem a fenomenalidade deste teatro e a fenomenalidade daquele que crê interpretá-lo.  
Giremos mais uma vez esta roda de Fogo. E eu lhe convido a reconhecerem-se na simplicidade do Ser.
... Comunhão vibratória...
De todos os fenômenos que vocês já experimentaram neste mundo, este diante do qual vocês se acham é de longe o mais extraordinário, porque vocês se acham na eminência da redenção. A liberação já aconteceu para todas as almas, resta apenas que a realidade vigente ainda no mundo das formas seja contestada e dissipada nesta mesma roda de Fogo, no reconhecimento da simplicidade do Ser. 
Tudo o que é necessário para que vocês atravessem este período em uma paz mais profunda ou de outro modo, num conflito mais suave, é que vocês estejam dispostos a aceitar esta contestação e a dissipação de tudo aquilo que vocês tomaram como verdadeiro e natural. 
Eu lhes convido, na simplicidade do Ser, a viver mais este fenômeno, alinhados com a vibração e mais do que isto, o silêncio imutável desta roda de Fogo. Sejam abençoados. Aní Maritumi.
Participantes: Aní Maritumi.
Transcrição feita por colaboradores do blog.

Mãe Divina 14.07.14 - O Raio da Paz


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Nota: Ishkaymá Naraití Umá - Chave mântrica transmitida pelo conselho de Lis, para preparar nossos corpos para a energia do Concílio Intraterreno que acontecerá nas duas primeiras semanas do mês de agosto, bem como para ensejar nossa recepção e transmissão dos impulsos e efusões que ocorrerão neste período. Esta chave ativa a instalação do Raio da Paz e a pacificação dos sentidos físicos e sutis.
Seguindo uma orientação da Mãe Divina, usaremos esta chave em nossos alinhamentos para estabelecer e firmar esta conexão, até o fim do período do Concílio. 
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Desde vosso Coração minha voz se eleva. Desde o pulsar de vosso sagrado Coração de Fogo, minha radiância se expande e se revela por meio de vossa radiância. Eu sou vossa Mãe Divina. Eu sou Shanti Ma, a Mãe da Paz.

Filhos e filhas, amados de meu Coração, hoje eu vos concedo uma bênção, hoje eu vos concedo um dom. Um dom que sempre esteve em vocês, mas que hoje eu quero revelá-lo com mais intensidade e quero que vocês deem a este dom, a esta capacidade inata de sua consciência, uma atenção focada e plena.

Este dom é o Raio da Paz. A energia da Paz é a fragrância da Consciência Una. O fogo da Paz é o calor exalado pelo vosso Corpo Multidimensional, é vossa qualidade inata e inerente, pois a Paz não pode estar distanciada do Ser. A Paz é a veste do Ser, assim como as roupas servem de veste para seu corpo, mas muito do que isto, como a pele veste seu corpo, assim a Paz é a vestimenta do Ser. É um órgão integrante e que permeia toda a superfície de expressão do Ser, uno e eterno.

Mas o Raio da Paz se revela em sua experiência, filhos e filhas, quando vocês ressoam a Paz do Ser, quando vocês compreendem que a mente é vazia em sua natureza, que os sentidos são vazios em sua natureza, que nada ali se mantém como forma ou como separação, nem mesmo como diferenciação, que a Essência é una e aos sentidos e à mente parece vacuidade. Quando a fragilidade de sua experiência é compreendida, quando a fragilidade de seus pensamentos, de suas impressões e expressões é aceita, vista diretamente, então o Raio da Paz exsuda de sua forma multidimensional e se esparge então como uma grande campânula, envolvendo tão longe quanto possa ir sua radiância sobre este planeta. Nestes dias, minha Presença instalada em vosso Coração ressoa a vibração da Paz, o Raio da Paz.

... Ishkaymá Naraití Umá...

Eu vos convido, então, filhos e filhas a vibrar nesta Paz, a reconhecer a vacuidade da mente, dos sentidos, dos conceitos, de suas impressões e expressões, e então descansar suavemente, docemente, na Paz do Ser.

Eu e você, que agora me ouve, somos Um só no Ser eterno e imutável. Ser que não é atributo e nem atributivo. Ser que não pode ser qualificado e nem pode ser a qualidade de qualquer coisa. Ser que para a mente e os sentidos, para a própria experiência, é a vacuidade. Neste Ser eu e você não somos, pois somente o Ser é.
Nós somos, minhas crianças, o suor do Ser. Nós somos exsudação, emanação e manifestação do Ser incriado, incompreensível, incognoscível, inacessível para os sentidos. Nós somos a própria Paz do Ser.

Reconheçam, filhos e filhas, que não há imagem que perdure. Reconheçam que não há construção que não se dissipe em Meu Corpo eterno. Reconheçam que toda manifestação surge e passa no Oceano de Meu Corpo. Eu sou o coletivo de todas as emanações, eu sou o Raio primeiro e do qual todos os demais raios são emitidos. Eu sou Shanti Ma, o Raio da Paz.

Acolham-me em vossa Presença, pois em vosso Coração eu já fixei morada. Acolham-me em vossa expressão e em vosso mundo, porque em sua essência eu sou. Acolham-me em vossas palavras, pensamentos e emoções, porque em vosso Corpo Multidimensional, ele é meu reino.

Oh! Filhos e filhas, abri-vos para a Paz, pois estes dias exigem de vós serviço desinteressado, doação irrestrita. Não olhem para trás, não olhem para o que passou, muito menos tirem sua atenção daquilo que acontece agora em seu Coração. Pois o futuro não deve despertar vosso interesse, a não ser como um referencial deste lugar no qual se manifestará meu Reino de Comunhão e Amor, completamente. Porque a Divina Yerushalaim desce à Terra e à medida que a matéria deste mundo objetivo se torna maleável e receptiva, essa Yerushalaim ancora, se mistura e começa a tomar formar, dissipando os véus da ilusão e dissipando ainda as cascas frágeis de um mundo que já passou. Deixem que o velho fique para trás. Acolham o momento presente, porque neste momento presente eu sou em vós.

Vibrem o Raio da Paz durante estes dias e neste Concílio Intraterreno que toma lugar no quarto especial de meu Coração, o Retiro Intraterreno de Lis, cantemos juntos:

... Ishkaymá Naraití Umá...

Eu vos amo e eu vos acolho. Acolham a mim em vós. Vibremos juntos mais uma vez o Raio da Paz.

... Ishkaymá Naraití Um... (3x, participantes entoam junto).

Eu vos amo incondicionalmente. Eu sou o próprio Amor em vós. Reconheçam-me como sua natureza. Aní Maritumi.


Participantes: Aní Maritumi.