CICLO DE ESTUDOS TEOSÓFICOS


O nome destes encontros não foi escolhido aleatoriamente, é um ciclo de estudos teosóficos, porque nos proporemos mergulhar mais fundo, de acordo com as possibilidades, naquilo que a palavra Teosofia realmente significa. A palavra Teosofia vem de um termo em grego que quer dizer Sabedoria Divina. Portanto, neste ciclo de estudos não adotamos nenhum credo em especial, sistema de valores ou crenças, assim como não é o propósito deste estudo estabelecer novos dogmas, ou uma interpretação definitiva a respeito de qualquer que seja a obra que venhamos estudar aqui. 
Os comentários que serão tecidos a respeito das obras que vamos estudar, parte de uma perspectiva particular para este momento. Estes comentários não se arrogam, de forma alguma, ser uma interpretação definitiva, mais ou menos verdadeira do que a compreensão pessoal de cada um neste grupo ou em qualquer outro. E também não nos aproximamos destas obras a partir da perspectiva de qualquer organização especial, uma vez que estamos usando o termo Teosofia livre de que qualquer atrelamento sectário, religioso, filosófico ou institucional. A palavra Teosofia aponta para o legado da humanidade e a essência divina no homem e seus atributos e portanto, não pode ser reclamada como propriedade de qualquer grupo ou organização. As obras que nos propomos a estudar, portanto, não são necessariamente aquelas que usualmente estão atreladas a esse termo na compreensão comum, mas aquelas obras que apontam para a Essência Divina e a Antiga Sabedoria das Eras, a primeira sendo a verdadeira natureza da humanidade e a segunda a radiância de suas faculdades naturais.

A Voz do Silêncio, H. P. Blavatsky

Parte I - 16.01.15 - Clique para download do áudio.

Parte II - 23.01.15 - Clique para download do áudio.

Parte III - 30.01.15 - Clique para download do áudio.

Parte IV - 06.02.15 - Clique para download do áudio.

Parte V(1) - 12.02.15 - Clique para download do áudio.
Parte V (2) - 12.02.15 - Clique para download do áudio.

Parte VI - 20.02.15 - Clique para download do áudio.

Parte VII - 01-03-15 - Clique para download do áudio.

Parte VIII - 07-03-15 - Clique para download do áudio.

Parte IX - 14-03-15 - Clique para download do áudio.

Parte X - 20-03-15 - Clique para download do áudio.

Parte XI - 28-03-15 - Clique para download do áudio.

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Mãe Divina 22.03.15 - Expansão para além do entendimento


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Desde o núcleo cristalino da Terra, desde o Templo do Fogo, Ibez, minha voz se eleva, meu canto se expande e minha radiância envolve cada um de meus filhos e filhas aqui - neste aqui sem limite, neste agora sem extensão.
De Ibez eu partilho Letras de Fogo impressas em vossos átomos, expressas em vossa face, mãos e pés. Letras de Fogo que compõem um poema de louvor e de veneração pelo mistério do que somos, pela infinitude do amor que portamos, pela magnificência da obra que executamos. Hoje, meus impulsos tomando forma em palavras chegam a vosso coração lançando semente em vossas mentes, como impulsos de uma expansão para além do conhecimento. 
Filhos e filhas, diante do cenário aparente da situação neste planeta e para que a irradiação dos dons da cura de Lis e do Fogo de Liberação de Ibez possam atuar através de vós, da forma a mais expandida e menos obstruída por vossas construções efêmeras e distorcidas, eu vos peço: vos identifiqueis com o silêncio, com a compaixão irrestrita, com a paz suprema e vos desidentifiqueis de vossas verdades pessoais, de vossas técnicas e métodos, de vossas cosmologias, cosmogêneses, antropologias e antropogêneses também. 
A origem do homem não está nesta terra e a origem do universo não está em vossos conceitos. A história do homem não está nas palavras e a história do universo não está em vossos aparelhos. 
O motivo destas minhas palavras não é que por desidentificação vos lanceis à guerra e à aversão, ao conflito e ao repúdio de vosso conhecimento relativo. Mas é uma relembrança que deve ser constante, meus pequenos, de que vosso conhecimento é relativo e de que aquilo que neste momento lhes parece com tanto sentido e tão bem encaixado em vossas aspirações e necessidades, é apenas flor, flor que passa com a primavera. 
Neste equinócio, o raio lançado no último solstício foi completamente harmonizado em toda a grade cristalina deste planeta e o Raio de Inturi-Kertena, então, ancorou profundamente nesta terra. No último solstício houve semeadura e agora o primeiro broto floresceu. A semente de Inturi-Kertena gera frutos de multidimensionalidade. E a multidimensionalidade como atributo primordial de vossa expressão em meu corpo é incondicionalidade, ilimitação por forma, tempo e lugar. 
Lugar, forma e tempo são as linhas com as quais construís vossas crenças e ilusões, são os blocos com os quais levantais as paredes de vossa prisão. E quando minha face pacífica ou irada se revela em vós e para além de vós, e destrói, dissolve ou absorve as paredes de vossa prisão, pelo impulso mecânico e repetitivo desta construção imaginada que é vossa personalidade, então, já estais lá mais uma vez a levantar paredes.
Mas isto não é uma condenação, porque tais paredes que novamente são levantadas, já não são feitas do mesmo material. E muitas vezes estas paredes, estais construindo com aquele entulho deixado por vossos irmãos, e diminuis as paredes de muitos outros seres. Esta é uma obra de serviço e quando conscientemente o executais com compaixão, então o Fogo de minha presença em vós pode se manifestar com muito maior frequência. 
É o vosso reconhecimento simples de que todo o conhecimento que possuís é relativo e de que nenhuma visão, nenhuma descrição ou explicação de como as coisas são ou como deveriam ser é o suficiente - todas elas passam e é justamente esta passagem que lhes permite ver o cenário cada vez mais amplo - que lhes permite ver o belo padrão sendo tecido pelos diversos fios, de múltiplas cores que constituem minhas vestes.
Bem amados, não vos limiteis à visão da formiga que ao caminhar sobre o quadro apenas vê um ponto de cada vez. À medida que o Fogo de minha presença, se manifestando por meio do Fogo de Ibez, o Fogo da Liberação, dissipa sucessivamente vossas muralhas, muros, paredes e véus, sucessivamente também vossa visão se expande de amplidão em amplidão, de conhecimento a conhecimento, de silêncio contemplativo a silêncio contemplativo.
No reconhecimento de vossa morada, aquela que não está construída fora de vosso corpo, mas aquela que é vossa própria radiância, habitais em verdade. Não a casa construída de pedra, mas um templo glorioso, tecido de Luz. Vossa radiância é vosso templo e no centro de vosso templo está a chama inextinguível da sabedoria eternamente pura, do amor ilimitado e compassivo, da vida que é poder e mistério. 
Minhas palavras chegam a vós como uma relembrança da efemeridade de vosso conhecimento, porque minha mão vos toma pela mão, lhes conduzindo por horizontes cada vez mais amplos. Mas para que possais apreciar tais visões é preciso deixar para trás a velha visão, é preciso virar as costas para seu antigo posto e posição. Afinal de contas, apenas quando virardes a curva é que conhecereis o que está além dela. Mas se vos recusais a dar o passo seguinte por medo do que podeis encontrar, vivereis o resto de sua vida em amarga dúvida e, por fim, em frustração. 
Permiti que minha presença em vós seja a vossa coragem. Permiti que minha presença em vós seja prudência e ousadia, cautela e destemor. Permiti que meu Fogo em vós dissipe os obstáculos. Permiti que meu Fogo em vós transforme vossas ações em ações retas, sábias, leves, mas não levianas; destemidas, mas não imprudentes; ousadas, mas não afrontadoras. 
Vosso caminhar, na superfície deste planeta, pode ser leve como a de meus pássaros, pode ser fluída como o sangue de minhas veias que correm nos rios desta terra, onde a rocha é contornada e levemente, suavemente dissolvida. Onde a rocha não barra vosso percurso, mas uma rocha também que jamais é esquecida pela água, pois a vossa fonte é inexaurível e o vosso destino é incomensurável. Vosso caminhar sobre a superfície deste planeta pode ser fluído. Permiti que minha presença em vós desperte a transparência de vossa pessoa, meu vaso cristalino.
Bem amados, eu vos convoco à relembrança, eu vos convoco a um banho no Fogo da Liberação, nesta silenciosa contemplação da ação deste Fogo, acolhei esta irradiação.  
... Aní Maritumi... [os participantes repetem em seguida].
Graça e paz em vossos corações! Nós somos um, eternamente unos em essência, em espírito e em verdade. Eu vos amo. 

Transcrição feita por colaboradores da ELV. 
Mensagem canalizada por Selén - http://www.escolaluzviva.com.br/

Kinah 22.03.15 - A Via do Coração



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Eu sou Kinah, emanação da Mãe Divina, energia feminina universal. Como emanação da essência geradora, sustentadora de toda dança cósmica, eu irradio em vosso meio a virtude da Atração. E neste espectro, neste tom, neste matiz da Luz viva, minhas palavras se dirigem a vocês a respeito da via do Coração.
O coração é templo que guarda doçura e guarda furor, em seu altar se encontra a pira sagrada e as oferendas infinitas de doces e manjares. O templo do coração é a porta de expressão reta e sempre adequada da vida, do amor e da sabedoria. Três faces d'Aquilo. 
A Luz viva se manifesta através do templo do coração como ação reta, como posição alinhada. A via do coração, no entanto, não é uma técnica. A via do coração, no entanto, não é um caminho como vocês possam compreender. A via do coração não se destina a levar vossos corpos de um ponto ao outro, quer seja nesta terra, quer seja na infinitude de dimensões da expressão do Espírito Divino. 
A via do coração é um caminho de não-caminho, é um movimento ao não-movimento. A via do coração, enfim, representa o casamento sagrado entre o Céu e a Terra, entre o Espírito e a Matéria, entre o Pai Primordial e a Mãe Primordial, em vós. A via do coração é vosso reconhecimento da aspiração e da devoção. 
A aspiração lhes impulsiona a levar sua atenção ao centro de toda a vida. E por vossa devoção a este centro de toda a vida, abris vossas mãos para permitir que a cura e a suavidade toque a expressão material. Por mais que efêmera, esta expressão é fruto de vosso poder criador e o universo é vosso filho.
Apenas reconhecendo vossa natureza que transcende em muito a extensão do universo, pois é ilimitada, apenas assim passais a reconhecer o universo como vosso filho. E então qualquer adversidade, qualquer dificuldade que possa surgir aqui em vossa relação com o universo se torna pequena diante de vosso amor por vossa criação.
Não confundam a via do coração com suas práticas, com suas visões, com seus entendimentos, quaisquer que sejam eles, por mais sutis, elevados ou sofisticados que eles possam lhe parecer neste momento. A via do coração não é um caminho que vocês trilham com os pés, não é uma técnica que vocês compreendem com a cabeça, não é uma ação que vocês executam com vossos músculos. 
A via do coração lhes leva de aqui para aqui, de agora para agora. Ao mesmo tempo que lhes permite ver além do tempo e do espaço, lhes encarna completamente no tecido do tempo e do espaço. Pois é aí que vosso amor, que vossa compaixão devem se instalar, pois é aí que o vosso dom deve ser depositado para a frutificação, para a
completude, para a expansão, para a transformação deste sonho.
A via do coração não é um caminho de transcendência. A via do coração não é a crença na eternidade. A via do coração não é o caminho da imanência. A via do coração, portanto, não é a intelectualidade seca do niilismo. A via do coração lhes permite ir além dos pares de opostos, além das visões extremistas, que são ambas fugas, são ambos mecanismos que no final das contas escondem aversão ou apego à experiência. 
Mas a Atração que eu encarno - está virtude do Espírito universal, do qual sou manifestação e ao mesmo tempo forma objetivada - não é a atração pela experiência, não é a repulsão pela experiência. É a atração por aquilo que a experiência aponta. É a atração por aquilo do qual a experiência é apenas frágil reflexo, vaga lembrança, sutil recordação. 
Este mundo foi criado no casulo de sua identidade separada, para lhes lembrar, através de seus sentidos, a verdade da impermanência. E que a permanência não se encontra aqui. A via do coração, mais uma vez, não é crença na eternidade por medo da morte, por medo do fim, por aversão àquilo que lhes desgosta, que lhes fere, que lhes faz sofrer nesta realidade. A via do coração também não é a crença na aniquilação, no nada, que justifica vossa indulgência, que justifica vosso apego aos objetos dos sentidos e ao prazer sensorial. 
É preciso ver o perigo destes dois extremos, só assim, somente assim, vocês dissolverão a quimera criada e o escuro alimentado em vossa morada psicológica. Uma dando nascimento a Deus, outra dando nascimento à morte. E, no entanto, Deus é a morte e a morte é Deus em vossa experiência. Duas quimeras criadas, uma representa o tudo, o eterno; outra representa o fim, o nada, o vazio. Dois extremos.
A via do coração lhes recorda: sua essência não pode ser limitada ou condicionada em palavras. Por mais que no nível de vossa linguagem neste corpo, por vezes todos sejamos obrigados a nos referirmos à Essência como eterna e imutável, não deveis vos enganar, pois eterno e imutável não descreve Aquilo. 
É apenas uma face d'Aquilo e Aquilo que todos nós de fato somos essencialmente, está para além de qualquer descrição, está para além de qualquer limitação. O conceito mais elevado, o pensamento mais sofisticado, é pobre e é pó, que deve ser queimado pelo Fogo desta Atração. Este Fogo, este Fogo da imantação, este Fogo que queima no templo de vosso coração, é o Fogo que eu encarno e é o Fogo que eu encarno aqui, em vosso meio. 
Há algum tempo já, minha presença se manifesta neste grupo, despercebida, não reconhecida. Mais uma vez eu passo a assumir o papel de anjo guardião desta Rede. Quando este grupo estava em sua segunda fase de expressão, eu desenvolvi
este papel, enquanto eu mesma, como alma, como raio da mesma Fonte universal que somos todos nós, me encontrava para além do tecido deste tempo e deste espaço particular. Hoje, eu assumo forma na superfície deste planeta e, portanto, a potência de minha irradiação toca o núcleo dos átomos com um poder extraordinário. 
Meu convite a todos vós é que vossos corpos também sejam portas, portas deste Fogo que eu encarno. O Fogo da Atração, o Fogo da aspiração. Atração para além da aversão e do apego. Atração para além do ódio e do amor relativos. Atração que é Fogo que arde no altar do templo de vosso coração, que ao mesmo tempo que é aspiração lúcida, é devoção verdadeiramente amorosa e compassiva. 
Compaixão é a virtude que eu venho impulsionar em vosso meio. Pois há muito vós caminhais por estradas secas e áridas, onde a instrução gerou frutos vazios e desprovidos de sabor. 
A doçura, que também se encontra como oferenda no altar de vosso templo interno, é a compaixão, e o que imbuirá vossa expressão dos atributos divinos encarnados na matéria. Pois a aspiração lúcida, sem a devoção compassiva, é nada. É como fogo em palha: produz calor por alguns momentos. Mas se quereis acender uma fornalha duradoura, transformadora, neste planeta, que seja reflexo nesta superfície das imensas fornalhas, que para vocês poderiam muito bem ser chamados de eternas, que queimam no coração desta Terra; então, que vossa lucidez abra as portas de vosso coração para que a compaixão amorosa se estenda a todos os seres.
Em que vossa conexão com cada ser vivo, com cada expressão daquele mistério, seja um conduto de meu amor, seja um conduto de minha graça, seja um conduto de meu poder de atração ao reconhecimento e à transcendência da ignorância. 
Minha graça é vossa graça, meu amor é vosso amor e meu poder de Atração é o Fogo que queima em vosso coração. Não há distância entre nós, não há distância entre vocês. Eu estou presente em vosso meio como mãe, irmã e filha. 
De meu coração a vosso coração, gratidão e paz. Aní Maritumi!
Participantes: Aní Maritumi.
Transcrição feita por colaboradores da ELV. Mensagem canalizada por Selén - http://www.escolaluzviva.com.br/

Mãe Divina - Encontros de Cura com os Jardins de Lis


A Mãe Divina conduzirá nos próximos seis domingos, às 11h da manhã (horário de Brasília), sessões de comunhão e irradiação das energias dos Jardins de Cura do Retiro Intraterreno de Lis. Todos os que sentirem em seu coração, são convidados a se colocarem em silêncio, receptividade e doação nestes momentos para acolhermos e retransmitirmos juntos esse banho de luz.

Mãe Divina 30.01.15 - Encontros de Cura com os Jardins de Lis

Mãe Divina 01.02.15 - O Canto da Inocência

Mãe Divina 08.02.15 - O Canto da Transparência

Mãe Divina 15.02.15 - O Canto da Humildade

Mãe Divina 22.02.15 - O Canto da Simplicidade

Mãe Divina 08.03.15 - O Canto da Paz II - Ancorando o Raio da Paz

Mãe Divina 15.03.15 - O Canto da Sintonia