Asul 13.12.14 - Nota à ELV


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Então, como eu ia dizendo, antes de tratarmos certas coisas muito rápidas, na verdade, eu gostaria de partilhar com vocês uma prática, um pequeno ato sagrado de comunhão que pode se revelar útil nestes próximos dias e que pode lhes auxiliar em especial nesse período entre o solstício e o equinócio. O solstício que se aproxima em poucos dias e o equinócio que no tempo de vocês ocorrerá no mês de março.
Algumas frequências que serão emanadas para a Terra e que serão ressoadas pelo corpo da Terra neste solstício são de ordem e magnitudes que seus corpos podem estranhar. Na verdade, já estão estranhando porque são elementos que já estão em ativação já há alguns anos, num processo progressivo de intensificação dessa ativação, mas que receberão um impulso muito significativo neste solstício, porque este solstício representa para a Terra a descida de uma determinada energia, como nós conversamos com vocês, e que neste caso será de Inturi-Kertena, o Centro Planetário que, entre outras coisas, em especial para o reino humano representa a faculdade ou a capacidade ou o atributo da multidimensionalidade, da expressão multidimensional da consciência.
Bom, por conta desta ordem e magnitude da modulação da Luz Viva, do Fogo, do Fogo de Liberação no planeta, alguns elementos constituintes de sua forma, tanto física quanto sutil, podem responder a isso por um processo de readaptação, o que é muito natural. Nada de muito chocante.
Na verdade, no que concerne à ordem física, isto é até muito tranquilo porque pela capacidade integrativa das células e moléculas que constituem a forma orgânica, há uma interação muito íntima com o corpo da Terra e há uma resposta ali que é quase que instantânea, simultânea, se podemos dizer.
Mas quando nós começamos a falar de sua parte psicológica, a coisa não é tão fluida, porque muito da sua parte psicológica é projeção artificial, é uma projeção... A vida, a experiência da vida é pura projeção, isso não é desmerecer em nada o sagrado disto, mas a sua estrutura psicológica tem muito de projeção artificial e eu quero dizer com isto que são produções que só se encontram neste ecossistema, neste habitat específico, por conta das condições que imperam aqui ainda. E esta é a parte que pode responder com um processo de readaptação um pouco mais turbulenta ou não tão fluida, dependendo da forma como vocês simplesmente permitem que isto lhes atravesse.
Sempre a entrega, sempre a soltura ou o abandono, como vocês queiram chamar, é um elemento facilitador. O relaxamento, hum? O esforço e a atenção concentrada em pequenos detalhes e particularidades geralmente lhes conduzem a uma forma muito interessante de insanidade e, portanto, ao sofrimento. Porque vocês tentam se agarrar a um elemento apenas e na vida não há um elemento apenas, há sempre uma conjuntura de elementos. E quando se olha apenas para um elemento, se perde a visão maior, o cenário mais amplo.  
Uma forma que pode surgir para alguns de vocês ou para todos vocês, enfim, que pode apresentar uma ajuda, um auxílio neste processo é uma prática muito simples e que eu tenho realizado a pedido de uma irmã (que daqui a pouco vamos falar sobre ela) para o próprio processo do corpo deste irmão. Isto consiste em pegar um copo que não seja desse material...
Participante: Plástico.
Isto! Não seja disso. De preferência vidro, com água. Então vocês colocam a mão sobre o copo e, conectados a partir do coração, vocês entoam mentalmente ou audivelmente três atributos: lucidez, regeneração e vitalidade.
Isto não precisa nem ser feito com uma chave mântrica específica, porque a intenção ou a ideia por detrás desta prática é que vocês ressoem a virtude a partir de seu coração. A palavra aí serve como elemento orientador de sua atenção e de sua intenção para permitir um foco, uma verticalização e uma horizontalização da energia.  
Então, vocês permanecem alguns momentos entoando repetidamente estes três atributos e, enfim, há um processo que acontece da Coroa da cabeça, do conjunto de chacras na região da cabeça, a virtude da lucidez se instala. A partir do conjunto de chacras e de estruturas energéticas do coração, o atributo da regeneração se instala. E da região do sacro, a vitalidade. E aí nós cobrimos o triplo aspecto da encarnação em suas três fases ou faces principais. Muito simples, vocês podem fazer isso diariamente, isto pode ter efeitos facilitadores nesse momento. (Nota: a água deve tomada, de uma vez ou em pequenos goles ao longo do dia).
Bom, o primeiro ponto que eu gostaria de tratar com vocês diz respeito à tônica e à condução de nosso trabalho em conjunto para o ciclo seguinte, para o ciclo próximo. De novo, este ciclo próximo será intensamente colorido pelo impulso de Inturi-Kertena. Em nível prático, o que isto quer dizer e como isto afetará o trabalho que nós desenvolvemos com vocês?
Basicamente, nossas interações se voltarão para uma chamada de sua atenção para a encarnação dessa multidimensionalidade, a experimentação consciente e lúcida do estado natural da consciência, que é multidimensional. Isto se revelará de forma prática por uma atração de sua atenção para o contato com a natureza – e compreendendo natureza de maneira bem ampla.
Isto passará pelo trabalho com os diversos reinos, como grandes portais do reconhecimento da natureza do ser, da natureza da consciência. Isto passará por conversas, interações também dentro destes âmbitos. E esperamos – e isto é apenas uma metáfora, desta vez é realmente uma metáfora – que vocês respondam a isto, porque pelo menos em muitos de vocês este é o impulso que vibra em seu coração. E nossos movimentos são uma resposta destes impulsos que partem da sua alma, que tocam nossa alma. É sempre um diálogo, apesar de às vezes parecer monólogos.
Então, de todo modo, nós poderíamos dizer que este próximo ciclo – e com a participação e com o auxílio e sob a égide de diversos Retiros Intraterrenos, sendo que a Equipe Nazcan para este grupo representa um ponto mediador, não é mesmo? – nós pretendemos abrir um espaço de prática, naquilo que nós poderíamos chamar de Magia Divina e Magia Natural. Bom, depois nós teremos outras oportunidades para nos aprofundarmos e acertarmos aí uma compreensão mais afinada destes termos. Por enquanto, eu penso que isto é o bastante.
Uma modificação que aconteceu recentemente terá um impacto provavelmente muito visível na forma como nosso trabalho se processa. Como talvez muitos de vocês saibam, este irmão que serve basicamente como um canal para que estas energias e consciências se manifestem de maneira mais presente e perceptível neste grupo, tem como orientador e anjo guardião uma consciência que vocês conhecem como Ashek-Mab e que presentemente se encontra no Retiro Intraterreno de Ibez, desenvolvendo ali uma determinada função, tanto ligada ao caminho deste irmão, desta consciência, quanto a um processo planetário que concerne ao papel de Ibez, enquanto ancorador e retransmissor do Fogo da Liberação.
Há uma consciência, que já encarnou várias vezes neste planeta, porque é uma consciência guardiã do processo que se desenvolve aqui, e que há alguns anos atrás assumiu uma forma física numa determinada região deste planeta. Esta irmã não encarnou pelos processos que lhes são conhecidos, isto quer dizer que ela não passou pela porta do nascimento. Algo que a cada dia que passa se torna... Bom, enfim, não falemos disto por enquanto.
O que é fato é que esta irmã assume temporariamente, por um determinado período, esta parceria com esta alma, com este irmão aqui. E isto produzirá um impacto, e que já tem produzido, na verdade, porque essas duas consciências têm dançado mais intimamente e isto vai produzindo uma diferença na forma como o canal e o organismo do próprio canal se dispõe para a canalização. É como se se mudasse o timbre do canto, enfim.
Esta irmã se chama Anik e será muito interessante esta alquimia que se processa. Então, a radiância de Ashek-Mab se recolhe por um período para que este trabalho em conjunto se desenvolva. Na verdade, Anik está ligada a um grupo de consciências neste planeta, consciências encarnadas, almas encarnadas, porque ela vem cumprir aí uma tarefa ligada a uma Rede de instrução, uma Rede de canalização um tanto específica. Muito ligada à Inturi-Kertena, mas também muito ligada à Farlon-Ishin. 
Essa tarefa poderia ser definida, para que vocês tenham uma ideia do que é o tom disto, como a encarnação do divino. A transcendência desta dualidade que se instalou e que é um período natural para este processo de transição entre "dualidade" como conceito e "unidade" como conceito. Isto é claramente perceptível no processo da humanidade e especialmente no que concerne àquilo que são chamados de "despertos".
Há uma polarização num conceito imaginário de unidade e que se transforma numa contraposição de um conceito também imaginário de dualidade. Isto é uma perda de energia, porque o processo da Terra não concerne à dualidade. O processo da Terra concerne separatividade e isto é uma outra coisa.  
Numa mão você pode ter dois dedos, você pode ter três dedos, quatro dedos ou cinco dedos, ter um ou dois dedos não é a questão, porque tendo dois, três ou quatro dedos, todos os dedos estão ligados na mesma mão. Mas quando um dedo se crê separado do outro, então você tem um estado patológico, se podemos chamar assim, com seu propósito perfeito, mas como diz Isilda, com certos resultados nefastos. Não é mesmo?
E esta irmã, a Anik, esta consciência, sua radiância se espalha pela Terra em ondas e já possui uma Rede de servidores, uma Rede de canais coligados com este propósito, coligados com esta tônica e coligados com isto que Inturi-Kertena traz, porque Inturi-Kertena representa exatamente isto.
É muito interessante que vocês percebam e podemos então ir para os Cromas, que é uma linguagem que lhes é familiar, né? Vamos fazer uma relação dos Cromas com os chacras para aqueles que não têm este conceito de referencial dos Cromas. Vocês têm os sete chacras principais: o chacra básico; vocês têm o chacra segundo, chamado de Svadhisthana ou chacra sexual; então vocês têm o terceiro chacra, outro chacra ali chamado de plexo solar; vocês têm o quarto chacra, do coração; o chacra da garganta; o chacra frontal; e o chacra coronário. Um sistema setenário de chacras.  
Quando nós fazemos uma correlação, uma das possibilidades de correlações com os Cromas, nós temos Eron, o Croma um, ligado ao primeiro chacra; e nós temos o Croma sete Meruêni ligado ao sétimo chacra. Esta é uma analogia que é feita do ponto de vista da vida enquanto matéria ou substância, em que o primeiro chacra ligado à Eron, representa, então, a face de Eron enquanto substância primordial ou matéria indiferenciada. E Meruêni no sétimo chacra, a matéria em sua completa objetivação, o universo experienciável. Eron representa, então, a base da experiência e Meruêni representa o florescimento da experiência. Então, cada um dos sete chacras representa um aspecto destes dois polos.
Nós podemos ver isto de uma outra forma também, quando nós observamos isto a partir do ponto de vista da consciência. E aí, então, Eron estará ligado ao sétimo chacra como a Consciência unitária, a Consciência una, A Consciência. E então, Meruêni estará ligado ao primeiro chacra representando o processo de diversificação da consciência em sua dança na experiência. Então nós teremos aí um outro processo.  
Isto serve para quebrar os conceitos cristalizados com relação às energias, aos Cromas, essas energias primordiais. Na verdade Eron está presente em todos os chacras, assim como todos os outros Cromas. Mas esta tônica representa uma dinâmica no processo de manifestação do imanifesto para o manifesto, do manifesto para o imanifesto, enfim.
Voltando para a primeira perspectiva, em que Eron está ligado ao primeiro chacra e Meruêni está ligado, então, ao sétimo chacra, é muito interessante que na forma como os Cromas foram passados para vocês Inturi-Kertena seja o oitavo, aquele que vem logo após o sétimo – muito naturalmente – mas logo após Meruêni que representa a manifestação em florescimento ou a matéria em sua extrema diversidade.
O que Inturi-Kertena representa, então, nesta posição, sendo Inturi-Kertena um símbolo da multidimensionalidade? Inturi-Kertena representa o casamento perfeito do divino e da matéria. Embora esta não seja uma expressão muito precisa, porque isto ainda coloca a ideia de que a matéria não seria divina. Vamos colocar de uma outra forma: o casamento perfeito da matéria divina e da consciência divina. Em que a potencialidade da consciência se expressa através desta diversidade da matéria.
Este é o impulso de Inturi-Kertena, não é o impulso apenas à multidimensionalidade que é muito compreendida como uma negação da experiência e como um afastamento, uma fuga da experiência. O processo – nós viemos lhes falando há muitos meses, há anos até – o processo é exatamente o oposto, é a sacralização da experiência.
Se a experiência de esquecimento, ela surge da falta, ou seja, de certos potenciais da consciência divina não expressas ativamente na matéria divina, o processo de cura e retificação dessa experiência se dá não pela retirada do potencial divino da matéria divina, mas ao contrário, pela completa fusão disto. O que significa, então, que o potencial da consciência divina se manifesta nesta diversidade material. Bom, também teremos oportunidade para aprofundar isto.
O importante é que é nisto que se foca a tarefa de Anik, sua radiância impulsiona esta conscientização no ser humano encarnado. Para lhes dar uma prévia, digamos, de como nosso trabalho vai caminhar para o ciclo seguinte, um determinado Retiro Intraterreno ligado à Aimerã se dispôs a conduzir um encontro com vocês para amanhã.
Nós já tratamos com vocês de maneira indireta a respeito do trabalho com a consciência do reino cristalino, quando nós tivemos aquela vivência com o Retiro de Lis, não é mesmo? Nós também trabalhamos com a consciência do reino vegetal no equinócio passado. Este Retiro ligado a Aimerã, então, lhes propõe uma prática de conexão com o reino animal. Uma prática que será conduzida, se vocês estiverem disponíveis, amanhã.
Alguma dúvida, alguma questão? Porque eu acho que é isso.
Participante: Amanhã seria o dia inteiro?
Não, não. Não há horário pré-determinado.
Participante: Ah, tá.
Quando vocês se reunirem, aqueles que estiverem interesse se reunirem e estiverem disponíveis, então...
Participante: Quando eu faço a comunhão com Aimerã, sempre me vem primeiro como se fosse um sono, uma coisa de dormir. No princípio, eu dormia, agora eu já consigo não dormir e me manter naquele estado sem necessariamente deitar e dormir.  Mas por que isso?
Na verdade o contato com Aimerã, esses contatos iniciais, eles podem não somente ter esse reflexo no organismo, né, do sono. Mas ele também pode ter um reflexo de dispersão mental, de desatenção, como se fosse um desalinhamento. Isto é efeito de uma determinada estrutura energética que está instalada em especial no Retiro central ligado a Aimerã, porque Aimerã tem uma história um tanto conturbada na humanidade. Algo mais recente.
Vocês sabem que Iberah que é um Retiro Intraterreno ligado à Farlon-Ishin, por exemplo, é um Retiro muito oculto, é um Retiro muito reservado, digamos assim. Isso se deve a uma história que se passou ali há alguns ciclos atrás, ainda nos primeiros capítulos da experiência de esquecimento neste planeta. E este Centro Planetário, então, se recolheu para a segurança, inclusive, da humanidade de superfície. 
Isto aconteceu com Aimerã num grau menor, mas também de muito impacto na experiência da humanidade. Aimerã guarda, enquanto Centro Planetário, Aimerã guarda os códigos, os códigos da alma ou a memória cósmica. E está ligado a uma certa dinâmica da energia, uma certa dinâmica da consciência, da matéria, enfim. E houve um abuso destes códigos transmitidos em certos momentos por Aimerã e Aimerã, então, também se recolheu em certo grau.
Aimerã tem um papel na humanidade muito ligado à instrução, foi de Aimerã que partiu os principais impulsos civilizacionais nos últimos milênios. Tanto que vocês tiveram o florescimento na grande região entorno de Aimerã de muitos berços, né, de cultura, de conhecimento, de vida humana, não é mesmo? E muitas Escolas de Mistério também tinham em Aimerã o seu contato com a Intraterra. E devido à desestruturação, desalinhamento desse processo, Aimerã se recolheu.
Como algumas chaves já eram possuídas de algumas consciências encarnadas, então, esta foi uma forma de Aimerã preservar este fluxo de códigos lumínicos. E isto é um efeito.
A chave de contato com Aimerã é a entrega. Se há qualquer traço de curiosidade, se há qualquer traço de desejo pelo conhecimento... É como se tivesse uma bruma que envolvesse o espectro vibratório de Aimerã. Então, este é um dos efeitos. Mesmo que este traço não seja consciente.
Muito bem? Então, irmãos, fiquem em paz! Eu não ouvi ainda a resposta do convite.
Participantes: Sim. Claro!
Muito bem, então. Os detalhes podem ser tratados com o irmão, certo. Fiquem em paz, fiquem em paz.
Participante: Gratidão.
Aní Maritumi!

Participantes: Aní Maritumi.
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Astréa 12.12.14 - A Pureza Essencial


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Eu sou Astréa, porta voz do Retiro Intraterreno da Cidade Branca, que guarda em seu núcleo a Roda do Tempo, a Chave do Mistério, o Disco do Sol Aromanê.

Leveza e mansidão, leveza e mansidão são qualidades da Pureza - virtude, impulso, expressão do Retiro Intraterreno de Ciudad Blanca. O Retiro de Ciudad Blanca como uma flor se abriu há muitos éons neste planeta para ancorar e permitir a experiência de determinado grupos de consciências daquilo que vocês na superfície chamam de constelação de Cisne.

O Retiro de Ciudad Blanca acolhe em seu seio, hoje, várias consciências deste Útero Cósmico que cumpriram seu propósito na superfície deste planeta, tendo desempenhado sua parte na experiência de esquecimento e ignorância que concerne a este Reino. Estas consciências conhecidas sob a chave de Milikai irradiam, portanto, para toda a humanidade de superfície o tom essencial da Pureza. Não aquela conhecida por vós em seus conceitos, mas a Pureza como expressão da essência e essência da expressão.

Pureza que é transparência, Pureza que é reflexo fiel, reflexo perfeito da fonte de toda Luz, da fonte de toda Paz, da fonte de si mesmo, da fonte de onde tudo provém, da fonte para onde tudo retorna, sendo esta fonte multilocalizada, não podendo ser encontrada em qualquer ponto, mas apenas em todos eles.

Do coração de Málikai, a morada do Cisne Branco, a lucidez e o discernimento são derramados para as almas em encarnação como um dom, como uma joia, como uma ferramenta de transformação, uma ferramenta de bússola, poderíamos chamar, para que estas almas atravessem esta experiência produzindo nelas seu fruto, semeando neste solo sua sagrada vibração e radiância, pois a vida de resume a isto: da Pureza essencial, interações, inter ligações, intercâmbios e permutas se processam em sua superfície, na teia que surge de seu movimento inamovível. Pois a pureza jamais se retira, a pureza jamais se oculta, mas ao mesmo tempo, a pureza é puro movimento, movimento do inamovível, e é este mistério, este movimento daquilo que jamais se move, é que dá surgimento à experiência em qualquer nível, em qualquer circulo ou âmbito.

O Retiro de Ciudad Blanca tem seus portais abertos para toda alma ardente neste planeta, ao mesmo tempo em que de Málikai nós retransmitimos estas correntes potentes mais suaves, também retransmitimos a Málikai o dom do coração desta humanidade. E o Retiro de Ciudad Blanca, através do Coração de seu coração, o Disco do Sol Aromanê, cumpre sua função, cumpre o seu serviço de permitir interação, troca e permuta no sagrado espaço da Pureza essencial.

Paz em vossos corpos, paz em vossas mentes, paz que se derrama de vossos corações. Bênçãos irmãos e irmãs.


Transcrição feita por colaboradores da ELV.
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Mãe Divina 30.11.14 - Chamado à Reconciliação



Do Coração cristalino do Sol, ao Coração cristalino da Terra, ao Coração cristalino da humanidade, minha Paz, meu Amor, minha Luz vos envolve. Levando-os ao reconhecimento de que esta é sua Paz, seu Amor, e sua Luz, eternamente presentes como sua radiância íntegra e integral.

Reunidos na Presença, Una Presença, silenciamos por um instante todo o som no íntase da fusão, no íntase da união mística. Todos os corações de todas as humanidades presentes neste planeta reconhecem este momento no sagrado do Ser, como um portal que este planeta atravessa. Para o planeta é um portal, para cada um de vós também o é, e à medida que seus olhos se fixam neste portal, sua atenção se desprende daquilo que ficou para trás. À medida que seus olhos se fixam no portal e, consequentemente, naquilo que começa a ser percebido para além dele - pois o portal só serve se for atravessado - vocês começam a perceber também a fragilidade de tudo aquilo que ficou para trás.

Hoje eu vos falo a partir da simplicidade da paz, a partir da simplicidade da paz que emana de vossos corações, a partir da simplicidade da paz que vossos corações reclamam como expressão para este mundo. Não a paz dos homens, não a paz das guerras, não a paz das contendas, mas uma paz onde homens, guerras e contendas não tenham nem necessidade e nem mesmo terreno propício para existir, ainda que como sombras. Eu vos falo da simplicidade da paz de vossos corações e da paz que vossos corações clamam. Profundamente, cada alma neste mundo clama por paz e não clama a alguém, e não clama a algo, é um clamor de si para si, não como um lamento ou como um pranto, mas como um canto, mas como um som que reverbera e desperta em cada molécula a atração pela paz.

Filhos meus, filhas minhas, crianças de meu ventre, flores de meu jardim, eu vos convido – à medida que seus olhos se fixam neste portal interdimensional que este planeta atravessa, que cada um de vocês atravessam – a atentarem para este chamado de paz, este clamor e este canto de paz. O que se descortina para além deste portal é aquilo que já está presente aqui e agora potencialmente, mas cada vez mais ativamente. A paz com a qual se conectam, reconhecendo-a como sua própria Essência, é como que o canal que lhes permite atravessar este portal em fluidez, pois se este portal é atravessado pela Terra, nada ficará para trás, e aquilo que fica para trás se desfaz, aquilo que fica para trás se dissolve e se reintegra no Oceano de Matéria indiferenciada. Mas quando se atravessa este portal, se percebe que é aqui, não num lugar, aqui neste eixo da Presença, somente aqui no eixo da Presença há campo propício para a manifestação de qualquer realidade e para a transformação de uma realidade em outra, para a transmutação, transubstanciação e sublimação das formas materiais.

Vocês sentem os efeitos da travessia deste portal em seu corpo, na dinâmica psicológica e energética e é normal que isto desperte certo temor, é normal que isto desperte, às vezes, alguma preocupação; mas está sempre a possibilidade à mão de não se demorar no temor ou na preocupação. Não se demorem no temor, não se demorem na inquietude, tornem-se transparentes, reconheçam o seu veículo como um ponto de passagem, e quando a inquietação e o temor se aproximarem, permitam que ele os atravesse, porque ao os atravessar em sua transparência, em sua vibração ígnea, estas correntes são transmutadas, sublimadas; porque, de novo, é no eixo da Presença aqui e agora, que todas as realidades se transformam e que novos mundos se criam e se estabelecem para a glória do Ser.

Eu vos envolvo no manto da Paz, eu vos envolvo no manto do Êxtase e da transcendência, comunguemos neste manto.

... Efusão Vibratória...

Reconciliem-se, mais uma vez minha voz lhes chega como um pedido e um chamado à reconciliação. Reconciliem-se consigo mesmos, acolham seus fragmentos aparentes, acolham seus diversos aspectos no ilimitado de sua Presença, de seu Amor, de sua Luz. Acolham-se, acolham-se. Uma capacidade inimaginável então será reconhecida por vocês e manifestada por vocês, de acolher a cada um de seus irmãos e irmãs, sem limite de distância ou de tempo mesmo, pois vossa Presença é incondicionada pelas leis e linhas de tempo ou espaço desta dimensão. Vossa capacidade de amor é irrestrita, vossa potência de doação é inimaginável, e não há limite para o alcance de vossa Radiância, de vossa Aura luminosa e ígnea, vibrante de amor e redenção.

Reconciliem-se. Como Sacerdotes do Fogo Vivo, como Sacerdotes de minha Presença neste mundo, realizem a obra misteriosa da redenção em si mesmos primeiramente. Redescubram a capacidade de se reconhecer como seres íntegros e integrais e, naturalmente, como a fragrância se desprende da flor imantando o espaço ao seu redor, este acolhimento, esta reconciliação se estenderá para aqueles ao seu entorno. E radiâncias amorosas se interpenetrando com radiâncias amorosas é mesmo a expressão nesta dimensão da Teia da Relação Sagrada que tudo sustenta, e é isto a manifestação concreta, neste mundo, da Rede de Consciências Unificadas cristalinas que já é, sempre foi, uma realidade interna para além dos véus do sentimento ou do pensamento.

Reconciliem-se, não se oponham. Não se opor não implica em validação, a transparência não é a validação daquilo que não lhes concerne. A transparência lhes permite, no entanto, atravessar intocados o jogo de forças que ainda se processa na superfície deste planeta, neste momento em que a Terra atravessa este grande portal.

Fixem seus olhos neste portal, fixem seu coração na realidade, realidade do outro lado deste portal, porque aquilo que está para trás já passou, e aquilo que ainda toca seus sentidos é a reverberação de um fenômeno que já finda. As sombras se desfazem porque vossa Luz, hoje, desce completamente à Terra, e, por isto, minha profunda gratidão e reconhecimento ao vosso serviço. Eu vos amo no reconhecimento de nossa Essência pacífica e amorosa.

Bênçãos e Paz de sua Mãe Divina. Aní Maritumi.


Participantes: Aní Maritumi.

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Isilda 30.11.14 - Solstício e outras questões



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Bom, eu vou ficar aqui só um pouquinho, tá?
Participante: Pra quê pressa?
A pressa não é minha, a pressa é de vocês.
Participante: Como estão os preparativos em Tumaní?
Bom, Tumaní está extremamente ativo. Ao lado de Ibez, Lis e o Retiro do Himavat, uma tríade... Uma quadratura, né?, de quatro. Uma quadratura nuclear, mais central, se forma nesse período para a retransmissão deste impulso que toca o coração da Terra - a Intraterra - a partir do solstício. Estes quatro retiros estão intimamente conectados para dar este suporte e esta retransmissão aos diversos Reinos. A vida toda está em intensa atividade.
Participante: Muito trabalho, então, né?
Sim, como no geral este é um período de extrema atividade. Cada final de ciclo encontra um período de extrema atividade onde as diversas faces da vida num planeta ou num sistema solar ou numa galáxia, qualquer que seja a dimensão a que esse ciclo se refira, estão em extrema atividade porque são muitos ajustes e muitas modificações e muitas transformações. No caso deste planeta com um adicional, porque há uma modificação radical naquilo que diz respeito à estrutura de percepção, de encarnação.
Participante: No caso deste planeta, a comparação que eu faço, no momento, é como se jogássemos inseticida num formigueiro.
É, é uma comparação válida.
Participante: Somos as formiguinhas, todas correndo de um lado para o outro.  
E são a mão. São a mão que aciona o inseticida também.
Participante: Quando você fala "final deste ciclo", você se refere a que ciclo?
Bom, a Terra vive um momento, como nós já conversamos em algumas vezes, que é singular porque é um encontro do final de vários ciclos ou pelo menos de alguns deles. Num esquema maior, o sistema solar como um todo está numa mudança de ciclo. A Terra, por sua vez, vive o final de um determinado ciclo, entre os vários que um planeta vive, em simultâneo. É um ciclo que se refere ao período de 26 e 52.000 anos. E a humanidade também vive um final de ciclo. Então, nós temos aí pelo menos três ciclos em paralelo, se processando. 
Participante: E esses três ciclos convergindo para o final?
Sim, eles têm inícios e fins distintos, mas eles neste momento estão sincronizados. O ciclo solar tem uma margem muito maior para a sua transição, porque se refere a muitas outras coisas. Mas é neste período extremamente propício que a Terra passa pelo seu ciclo de transformação e a humanidade também. Então, se aproveita tudo isso, né?
Participante: Isso tem como marco o próximo solstício?
Um deles. Mais um deles.
Participante: Eu tenho visto muitas canalizações e todas elas, nesses últimos dias, são no mesmo sentido, mencionando um portal, que estaríamos atravessando este portal.
Irmã, eu vou lhe dizer algo: os códigos lumínicos quando tocam a esfera do consciente coletivo humano, tendem a ser interpretados de uma forma ou outra. E há um condicionamento que também é humano e nós chamamos isso de "a síndrome do profeta".  
Então, os seres humanos sempre, ou pelo menos muito frequentemente, interpretam estes códigos lumínicos ou até qualquer informação corriqueira que diga respeito à vida superficial, sempre com um ar profético e finalista. Então, cada coisa é sempre um grande marco determinista e finalizador e a vida não se processa dessa forma. 
É como se vocês estivessem vendo uma semente brotar e aí quando vem o primeiro broto: "Oh, a semente brotou! Ah, agora está cumprido.". Só que vocês vão perceber que do broto vai sair um caule, que do caule vai sair um galho e do galho vai sair outro galho, que vai começar a produzir flores. Está sempre algo acontecendo. É inútil se prender apenas num fenômeno. É extremamente inteligente viver cada fenômeno profundamente, mantendo a consciência do todo que se processa.  
Isso diz respeito a estes momentos. A cada solstício, a cada equinócio, nós vemos a mesma reverberação no inconsciente coletivo humano: "Ah, agora é o fim. Agora é a conclusão.". Conclusão do quê?! Conclusão do quê? A conclusão se processa aqui e agora, assim como o início se processou aqui e agora. Hoje é o dia da conclusão, hoje é o dia do início de algo novo.
É sempre uma postergação. Perceba que isto é um mecanismo mental de postergação da vivência do fato. Está sempre daqui a dois dias, daqui a dois meses, daqui a um ano. E vai ser sempre assim. Nesta linha de tempo linear, é sempre assim. É sempre para frente, nunca é agora. E nós lhes dizemos: "O fenômeno está acontecendo agora! O início e o fim estão aqui e agora!" E vai ser aqui e agora que isso vai cair para cada um como uma realização factual e direta. 
Participante: Essa energia de Inturi-Kertena, nós já estamos sentindo ou ela ainda não está...
Claro que estão! Inturi-Kertena sempre esteve presente e nada pode estar dissociado de nada. O fenômeno e que é muito impactante é porque neste momento Inturi-Kertena se instala no planeta como um todo, como uma nota que reverberará e que chamará uma melodia conjunta no planeta.
Participante: E esse é o diferencial, né?
Sim.
Participante: Isso nunca aconteceu.
Ah, isso já aconteceu, mas não neste ciclo de esquecimento. Por isso que é um reconhecimento, não é algo novo, literalmente. Isto é muito mais o retorno de uma memória que ficou aí perdida em alguma parte de vocês.  
Participante: Mas nós já estávamos quando houve da primeira vez, aqui?
Essa energia, irmão, ela é universal. Onde quer que vocês estivessem manifestados no tempo, vocês tocaram ela porque vocês são ela. Neste ciclo de esquecimento, neste planeta, este é o momento em que esta energia retorna a vibrar planetariamente.
Participante: É o Fogo queimando, né, Isilda? Isilda, você pode dizer se nós vamos ter esse encontro no próximo mês? [nota: mês de dezembro]
Não, irmã. Este encontro não está previsto para acontecer neste ano.  
Participante: Este é o último, então.
Deste ano, sim. Mas, percebam, isto é um referencial que serve para vocês, não é mesmo? Nós não somos concernidos por isto. Esta foi uma determinação que nós chegamos em concordância com este irmão e com alguns outros seres que acompanham este trabalho, para a facilitação deste momento de intercomunicação.
Mas aquilo que tiver que ser transmitido, será transmitido a despeito desses momentos presenciais que são anunciados grupalmente, enfim. Mas não haverá marcação de um encontro para o resto do ano agora para que a atenção não se disperse, para que cada um possa viver esse período em silêncio, em sintonia, em ressonância interior.
Isso não impede que vocês se reúnam se vocês assim sentirem, mas que isto seja como uma resposta a um chamado de seu coração e não pela espera de um fenômeno qualquer, como possam ser as intervenções.
Participante: Mas eu acho que a gente sempre vem respondendo a um chamado do coração mesmo.
Claro! Mas é necessária uma desculpa. Até quando vai ser necessário uma desculpa para se ouvir o coração?  
Participante: É momento de se ouvir o coração, né?
Sempre foi!
Participante: Agora mais ainda!
Participante: É que a gente não ouvia, né?
Não é que vocês não ouvissem, mas é que esta voz do coração se perdia em meio a várias vozes e às vezes vocês ouviam e às vezes não. E essa é a dicotomia, né? O que vocês se convidam no momento é à integralidade, é à completude. É ressoar na voz do coração como um tecido que sustenta todas as outras vozes e reconhecer que todas as outras vozes partem do coração. E sem esse reconhecimento, todas as vozes são desafinadas.  
Participante: Ah, com certeza...
Não é que vocês não cantassem o canto que devia ser cantado. Não é isso. Vocês cantam, vocês estão sempre a cumprir o propósito. Mas há uma desafinação na voz. Há uma desafinação no coro dos anjos e o coração é o afinador das vozes. Toda voz é mais poderosa, mais profunda e mais viva em sua ação, porque o coração é sua fonte, é o seu ponto de apoio de início e de partida. É apenas este reconhecimento. 
Participante: Qual é a tarefa desses quatro retiros intraterrestres neste momento? É uma sustentação...?
É uma sustentação. Para que você tenha uma figura geométrica, que é o arquétipo geométrico instalado no quinto Éter por estes quatro Retiros, você pode imaginar um triângulo com um ponto no centro. Você tem aí o vértice de Lis...
Participante: Lis na ponta do triângulo?
Na verdade o triângulo pode ter... Em qualquer ponta pode estar, dependendo de como você olha, tudo está em tudo. Mas você tem Lis como a energia integradora, a fusão mística, a fusão das polaridades, o grande casamento, se queira chamar. Você tem Ibez representando a encarnação da Mãe. Você tem Himavat representando a encarnação do Pai. E no centro disto está Tumaní, porque Tumaní é um Retiro que sustenta a expressão de Inturi-Kertena no planeta. 
 E Tumaní, então, estende sua campânula para envolver o planeta e ressoar esta nota e transmitir ao planeta como um todo este impulso, às diversas portas de recepção da energia no planeta, que são os grupos de almas, os grupos de alma no reino animal, no reino vegetal, no reino mineral, nos diversos Reinos, enfim, as hierarquias angélicas envolvidas, elementais, todos os aspectos da vida.  As teias na teia.
Participante: E esse processo de fusão das Redes, ele já se completou?
Não, para o reino humano ainda não. Mas este impulso, ele vem selar isto.
Participante: O impulso...?
Deste solstício, vem selar.
Participante: Ah, vem selar esta fusão.
Esta fusão. A partir deste impulso... Não fixe isto num dia. Mas a partir deste influxo solar, a Terra... O reino humano na Terra se organiza numa única Rede.  E isso já está promovendo mudanças, mudanças maravilhosas e fluidas para aqueles que estão reconhecendo que é momento de se dar as mãos e de se unir numa mesma canção, com diversos tons e semitons e ritmos e timbres e vozes.
E alguns estão vivendo isto com uma certa dificuldade, porque ainda não perceberam este impulso, ainda não se reconciliaram com este impulso e, enfim, estão no contra fluxo temporariamente.
Participante: Porque representa rupturas.
Muito mais do que isto. A ruptura, ela é fácil. É fácil romper, é fácil virar as costas e dizer adeus. Mas abraçar, isto exige valentia, isto exige ousadia, isto exige vigor. E este é o desafio.
Participante: Ah é, mas mesmo que seja assim tão fácil para grande parte da humanidade, romper com o conhecido...
Mas não é romper com o conhecido! Isto é uma visão, isto é a visão do antigo que interpreta tudo como rompimento e como quebra e como mais uma vez dissociação. Não, a proposta é integração. A proposta é reconciliação, é fusão, essa é a única forma de transformar a realidade.
Participante: É, para quem enxerga assim, é libertador, né? Para quem não enxerga, aí é onde vem o sofrimento. 
O fato é que a partir deste solstício as inter-relações humanas se encontrarão num terreno bem interessante.
Participante: Que bom!
Porque não haverá intento ou projeto que se sustente a não ser que ele esteja baseado no reconhecimento desta Rede una. E todo o intento individualista e egoísta e autocentrado está fadado a minguar.
Participante: A gente já está vendo isto...
Exatamente.
Participante: Em menor escala, a gente já está vendo.
Não, vocês estão vendo isto em grande escala. Vocês estão vendo grandes organizações e grandes estruturas de poder ruindo, porque se mantiveram até então funcionando com base na energia do autocentramento – autocentramento, no sentido de egoísmo.
Participante: Disso... Exatamente disso que você está falando, né?
Exatamente. E isto vai tocar tudo, isto está tocando tudo, até aquilo que vocês consideram que não é tocado por isto, no que diz respeito a isso – seus próprios projetos e intentos mais imediatos. Vocês perceberão cada vez mais fluidez se suas ações partirem desta premissa, desta premissa verdadeira, né? "Não, eu não faço e não faço para mim. Nós realizamos e realizamos para nós".
Participante: É aquilo que a gente sempre fala... A gente está percebendo que isto está acontecendo, está constatando que isto está. E inclusive até com a sensação de que você não faz. Você só transita assim só um pouquinho e de repente muita coisa acontece e aquilo parece que está acontecendo sozinho. 
Participante: Isilda, mas existe uma energia que dava sustentação a este tipo de coisa? O quê que dava sustentação a estas atitudes egóicas e isto que está ruindo? 
A própria energia do egoísmo.
Participante: Então, esta energia existia e ela não vai... Vai ter uma mudança energética mesmo...
Não, não vai ter. Ela está acontecendo! Irmã, vocês que produzem, vocês que sustentam este cenário. 
Participante: Aí, de repente vamos parar de sustentar dessa forma?
Ah, aí é uma questão que cada um tem que ver. A questão é que o planeta não sustenta mais esta forma. Como parte do planeta, vocês são impulsionados à transformação. E isto vai ser mais ou menos leve. Essa é a questão. Isto não encontra mais ressonância no corpo do planeta. Cada vez menos, cada vez menos.
Participante: Entendi.
O planeta se doou em seu nível energético e material, nos seus recursos energéticos e materiais para que vocês promovessem uma experiência e vivessem-na e uma experiência se processasse e certos códigos se gerassem, enfim.  E o que acontece é que isto foi cumprido e o corpo do planeta, então, não está mais disponível para isso.
Participante: Não seria também um pouco pelo grande número de pessoas despertando para outra coisa e...
Mas isto é consequência! Isto é consequência.
Participante: ... Isto é reflexo, né? Isto é reflexo.
A pessoa que desperta, desperta pela ação da alma, perceba! A sua pessoa é a sua sombra nesta dimensão. Você atua através de sua sombra a partir da consciência de unidade. Sempre foi assim, isto nunca deixou de ser assim.
As transformações promovidas na pessoa são ações retas, suas - alma ígnea. E o que você chama de despertar é o reconhecimento da pessoa disso. É a reintegração consciente da pessoa nisto. Mas ela é um reflexo. É um reflexo que tem um outro reflexo.
Participante: Mas este reconhecimento da pessoa, isto não altera o inconsciente coletivo? 
Isto é um reflexo que produz um reflexo. Se o reflexo é esse ou qualquer que seja o reflexo, é de somenos importância.
Participante: É por isso que foi falado“o mundo tal qual vocês o conhecem vai deixar de existir”. 
Não vai, está deixando de existir. De novo se entra na síndrome do profeta, né?
Participante: É...
Já não catalogaram, não, esta patologia psicológica aí com vocês? (Risos) Que hoje tem nome para tanta coisa, né?  
Participante: E Amaranthéa, qual é a função dela neste processo todo?
Amaranthéa é um reflexo que produzirá um reflexo. Amaranthéa é semente e fruto a um só tempo, porque é a semente de uma realidade planetária que tem outras bases e é o próprio fruto de uma realidade planetária que tem outras bases.  É o princípio e o fim, é o alpha e o ômega, aqui e agora. E está em processo de manifestação já nos demais cinco Reinos, mas esta é uma obra que cada humanidade em cada Reino executa.
Participante: Em cada Reino que você diz...
Reino da Terra.
Participante: Ah, tá!
Em cada um dos Reinos da Terra. Não esperem uma intervenção externa para isso.  
Participante: E essas manifestações, elas vão ser simultâneas ou não?
Não.
Participante: Não necessariamente?
Não. Elas são simultâneas no eterno agora.  
Participante: Isilda, o que mais está dando para todo mundo sentir e que não tem mais como negar é que o tempo, como a gente conhece mesmo, este tempo linear, ele já colapsou, porque parece o tempo do não-tempo mesmo, né?
Sim, é a relatividade. A relatividade fenomênica às claras, cada vez mais.  
Bom, irmãos, fiquem em paz!
Participantes: Gratidão!
Somos um. Aní Maritumi!
Participantes: Aní Maritumi.

Transcrição feita por colaboradores da ELV.Mensagem canalizada por Selén - http://www.escolaluzviva.com.br/